Waiting for war to end
Assisto a guerras sem poder intervir, encontro-me numa sala de espera impotente, pendente em tensão na primeira arma criada pelo Homem.
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Sara MassaDirector
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Project Type:Experimental
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Runtime:1 minute 37 seconds
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Completion Date:March 7, 2024
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Production Budget:0 USD
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Country of Origin:Portugal
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Country of Filming:Portugal
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Language:Portuguese
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Shooting Format:digital
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Aspect Ratio:16:9
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Film Color:Color
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First-time Filmmaker:No
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Student Project:No
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Digital Cinema Package:Unavailable
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Ciclo de Cinema Académico 2024Lisboa
Portugal
May 9, 2024
Sara Massa é natural dos Açores, São Miguel, tem 22 anos e é licenciada em Arte Multimédia na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Em 2021 participou no concurso Prémio de Artes Visuais Medeiros Cabral, onde ganhou o primeiro lugar em Vídeo e Pintura . Fez estágio com a designer de moda Sara França e fez direção artística de um videoclipe para a banda WE SEA. Participou em exposições no Arquipélago - Centro de Artes Contemporâneas em 2020, na GALERIA BRUI(2020), no Instituto Superior Técnico de Lisboa(2024) e nas GABAS-Galerias Abertas de Belas Artes(2024). Exibiu curtas-metragens no Fuso Insular (2021), no Salto Lisboa (2022), no Ciclo de Cinema Académico (2024), no Ciclo Performativo das Belas Artes e no Festival de curtas metragens Ciclope 2024 com a curta "masya,, imagina" realizada juntamente com @M.41.M, com quem atualmente está a realizar um mini-documentário com o apoio de Pares 2024-Programa de Apoio à Atividade Artística nos Açores. Fez parte do coletivo ATELINEIRAS entre 2020 e 2023 em que juntamente trabalharam com o Walk and Talk e com o Festival Tremor. O seu trabalho individual desafia e questiona a realidade e a normalidade comum e invoca o pensamento para lá do estado pacífico a através de uma catarse meta irónica. Atualmente faz parte de um coletivo performático de nome Casal a dias onde arrastam a vida real para a prática artística (literalmente).
Este terreno presente neste e muitos dos meus outros vídeos é um espaço em São Miguel, onde nasci, e onde nasceram muitos outros seres mamíferos. Voltar ao terreno é voltar ás origens, é voltar ao tempo quando brincava com os animais que o meu pai tratava, é tentar abraçar uma vaca e só ter conseguido uma vez e é voltar a conduzir o trator do meu pai.